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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Neocolonialismo X Colonialismo

Colonialismo Europeu Século XVI

Aérea principal de dominação: América.
· Fase do capitalismo: Capitalismo mercantilista
· Patrocinadores: Burguesia comercial e Estados metropolitanos europeus.
· Objetivos econômicos:
*Garantia de mercado consumidor para a produção econômica européia.
* Garantia de fornecimento de produtos coloniais, como artigos tropicais e metais preciosos.
· Justificativa ideológica: Expansão da fé cristã.


Neocolonialismo do século XIX:

· Aérea principal de dominação: África e Ásia.
· Fase do capitalismo: Capitalismo financeiro e monopolista (industrial).
· Patrocinadores: Burguesia financeiro-industrial e Estados da Europa, América (EUA), e Ásia (Japão).
· Objetivos econômicos:
*Reserva de mercado para a produção industrial.
*Garantia de fornecimento de matérias primas, como carvão, ferro, petróleo e metais preciosos.
*Controle dos mercados externos para investimentos dos capitais excedentes.
· Justificativa ideológica: O homem branco tem a missão civilizadora de espalhar o progresso técnico-ciêntifico pelo mundo. (Darwinismo social)



quarta-feira, 13 de abril de 2011

Unificação da Itália



Península Itálica pré-unificação

Após o período napoleônico e o Congresso de Viena (1815), os Estados da Península ficaram sob forte influência do Império Austro-Húngaro e da Igreja Católica. A Península estava dividida em 7 Estados: Reino do Piemonte-Sardenha, Parma, Modena, Toscana, Reino Lombardo-Veneziano, Reino das Duas Sicílias e Estados Pontifícios.

Liberalismo tardio na Itália
Fatores do liberalismo tardio:
*      Fragmentação territorial e autonomia política das cidades
*      Influência da ideologia Católica na região 
*      Intervenção das potências estrangeiras no país (Áustria e França)

Êxito da unificação
 Uma burguesia forte que promoveu um grande desenvolvimento industrial na região norte da Itália. 

A resistência de Roma
O papa se recusava a entregar a cidade, pois considerava que era a garantia da independência da Igreja Católica.

A Questão Romana
Em 1871, Vítor Emanuel, rei de Piemonte, ofereceu ao papa as leis de garantia, mas Pio IX considerou-se prisioneiro no Vaticano e recusou qualquer conciliação. A questão romana só se resolveu em 1929 pelo Tratado de Latrão entre Mussolini e Pio XI, que criou o Estado do Vaticano.

OBS: O Risorgimento é o movimento na história italiana que buscou entre 1815 e 1870 unificar o país, que era apenas uma coleção de pequenos Estados submetidos a potências estrangeiras.

Fonte:
www.anglopiracicaba.com.br/fileupload/ppt.unificacaoitaale.doc

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Anarquismo


Anarquismo pode ser definido como uma doutrina (conjunto de princípios políticos, sociais e culturais) que defende o fim de qualquer forma de autoridade e dominação (política, econômica, social e religiosa). Em resumo, os anarquistas defendem uma sociedade baseada na liberdade total, porém responsável.

O anarquismo é contrário a existência de governo, polícia, casamento, escola tradicional e qualquer tipo de instituição que envolva relação de autoridade. Defendem também o fim do sistema capitalista, da propriedade privada e do Estado.

Os anarquistas defendem uma sociedade baseada na liberdade dos indivíduos, solidariedade (apoio mútuo), coexistência harmoniosa, propriedade coletiva, autodisciplina, responsabilidade (individual e coletiva) e forma de governo baseada na autogestão.

A proposta dos anarquistas é contraditória ao sistema capitalista, mas não deve ser confundida com o individualismo, pois está fundamentada na cooperação e aceitação da realidade por parte da comunidade.

De acordo com os maiores pensadores anarquistas, o homem é um ser que por natureza é capaz de viver em paz com seus semelhantes, mas órgãos governamentais acabam inibindo esta tendência humana de cooperar com o resto da sociedade.

A organização na sociedade anarquista não é descontrolada, ela depende da autodisciplina e cooperação voluntária, está baseada no instinto natural do homem; não é uma decisão hierárquica como acontece nas sociedades convencionais


Fontes: http://www.suapesquisa.com/o_que_e/anarquismo.htm
http://www.contrac.hpg.ig.com.br/a_anarquismo.htm

quarta-feira, 30 de março de 2011

Guerra do paraguai

Introdução  

A Guerra do Paraguai teve seu início no ano de 1864, a partir da ambição do ditador Francisco Solano Lopes, que tinha como objetivo aumentar o território paraguaio e obter uma saída para o Oceano Atlântico, através dos rios da Bacia do Prata. Ele iniciou o confronto com a criação de inúmeros obstáculos impostos às embarcações brasileiras que se dirigiam a Mato Grosso através da capital paraguaia. 

Causas  

Visando a província de Mato Grosso, o ditador paraguaio aproveitou-se da fraca defesa brasileira naquela região para invadi-la e conquistá-la. Fez isso sem grandes dificuldades e, após esta batalha, sentiu-se motivado a dar continuidade à expansão do Paraguai através do território que pertencia ao Brasil. Seu próximo alvo foi o Rio Grande do Sul, mas, para atingi-lo, necessitava passar pela Argentina. Então, invadiu e tomou Corrientes, província Argentina que, naquela época, era governada por Mitre.  

Reação da Tríplice Aliança 
 
Decididos a não mais serem ameaçados e dominados pelo ditador Solano Lopes, Argentina, Brasil e Uruguai uniram suas forças em 1° de maio de 1865 através de acordo conhecido como a Tríplice Aliança. A partir daí, os três países lutaram juntos para deterem o Paraguai, que foi vencido na batalha naval de Riachuelo e também na luta de Uruguaiana. 

Conseqüências 
Antes da guerra, o Paraguai era uma potência econômica na América do Sul. Além disso, era um país independente das nações européias. Para a Inglaterra, este país era um exemplo que não deveria ser seguido pelos demais países latino-americanos, que eram totalmente dependentes do império inglês. Foi por isso, que os ingleses ficaram ao lado dos países da Tríplice Aliança, emprestando dinheiro e oferecendo apoio militar. Era interessante para a Inglaterra enfraquecer e eliminar um exemplo de sucesso e independência na América Latina. Após este conflito, o Paraguai nunca mais voltou a ser um país com um bom índice de desenvolvimento econômico, pelo contrário, passa atualmente por dificuldades políticas e econômicas.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/historia/guerradoparaguai/

quarta-feira, 23 de março de 2011

Período Regencial (1831-1840)



Tendo o herdeiro do trono cinco anos, iniciaram-se as regências. Inicialmente composta por três membros: provisória, em 1831 e permanente, 1831-1835; depois composta por um membro: Diogo Antônio Feijó (1835-1837) e Araújo Lima (1837-1840).

As Transformações Políticas

Depois da abdicação de D. Pedro I, o poder político no Brasil ficou dividido em três grupos diferentes, que dominaram a vida pública brasileira até 1834, ano da morte de D. Pedro I.
·         GRUPO DOS RESTAURADORES – Defendia volta de D. Pedro I ao governo do Brasil. Era composto alguns militares e grandes comerciantes portugueses. Uma das principais figuras desse grupo foi José Bonifácio, tutor do príncipe Pedro de Alcântara. 

·         GRUPO DOS MODERADOS – Defendia o regime monárquico, mas não estava disposto a aceitar um governo absolutista e autoritário. Era favorável a um poder no Rio de Janeiro e lutava para manter a unidade territorial do Brasil.

·         GRUPO DOS LIBERAIS EXALTADOS – - Defendia um maior poder administrativo para as Províncias. Era favorável a uma descentralização do poder, que se concentrava a mudança do regime monárquico para um regime republicano.

OBS: Todos os partidos políticos eram compostos pela elite latifundiária da época

Foi uma época de instabilidade política, com diversas revoluções provinciais, como a Farroupilha (Rio Grande do Sul), a Balaiada (Maranhão), a Cabanagem (Pará) e a Sabinada (Bahia), nas quais um dos motivos preponderantes era o desejo de maior autonomia provincial 

Etapas do Período Regencial

São os seguintes os períodos regências, que se estenderam durante nove anos, de 1831 até 1840.
·         Regência Trina Provisória – Devido à minoridade do herdeiro do trono para governar o Brasil foram eleitos, provisoriamente, Francisco de Lima e Silva, José Joaquim Carneiro de Campos e Nicolau Campos Vergueiro. Essa regência durou de abril a julho de 1831.

·         Regência Trina Permanente – Governou mais de 4 anos. Membros: Francisco de Lima e Silva, João Braúlio Muniz e José Costa Carvalho. Foi a regência do período mais violento. O Padre Diogo Feijó se projetou como defensor da ordem pública através da criação da Guarda Nacional. José Bonifácio, tutor de D. Pedro II, foi substituído pelo Marquês de Itanhaém. O Ato Adicional de 1834 alterou a Constituição de 1824, pois transformou os Conselhos Gerais das Províncias em Assembléias Provinciais, crio o Distrito Federal, aboliu o Conselho de Estado e transformou a Regência Trina em Una.
·         Regência Una de Feijó (1835-1837) – Era regente Diogo Antônio Feijó, padre. Foi prejudicada pela forte disposição parlamentar.

·         Regência Una de Araújo de Lima (1837-1840) – Feijó renunciou em favor de Araújo de Lima. Essa regência terminou devido à antecipação da maioridade de Dom Pedro que, com 14 anos de idade, foi coroado imperador do Brasil e passou a usar o título de D. Pedro II.

OBS: O Brasil passava por uma grande crise econômica durante a regência, crise essa herdada do I reinado, tornando inviáveis avanços econômicos e socais no país


Fonte: http://netopedia.tripod.com/historia/IReinado.htm

quarta-feira, 16 de março de 2011

Resumo sobre A assembleia constituinte de 1823 e 1824 (I imperio)

1. ASSEMBLEIA CONSTITUINTE (1823)

Foi convocada por D. Pedro I, no dia 3 de junho de 1822, para elaborar a primeira constituição brasileira. Os trabalhos dos deputados constituintes iniciaram-se em maio de 1823. O imperador D. Pedro I declarou que respeitaria essa carta constitucional caso ela fosse digna do país e do imperador.


Anteprojeto: Tinha como titulo "Constituição da Mandioca", pois, para ser eleitor ou candidato aos cargos legislativos, era preciso possuir determinada renda, baseada em alqueires de mandioca. O anteprojeto constitucional defendia entre outras propostas, as seguintes:


a) O voto seria censitário, ou seja, baseado na renda do cidadão.


b) O povo seria afastado de qualquer decisão política.


c) Os poderes do imperador D. Pedro I seriam limitados.


Observação:
No dia 12 de novembro de 1823, o imperador D. Pedro I, não aceitando ter poderes limitados, dissolveu a Assembléia Constituinte. Este acontecimento ficou conhecido como a "Noite da Agonia". O imperador D. Pedro I nomeou o Conselho de Estado, que elaborou a primeira Constituição brasileira.

2. Constituição de 1824


Pontos principais:


a) Foi outorgada pelo Imperador D. Pedro I.


b) Adotou eleições indiretas.


c) Impôs o voto censitário (baseado na renda do cidadão).


d) Declarou o catolicismo a religião oficial do Império. A igreja ficava subordinada ao Estado, pelo regime de padroado e beneplácito.


e) Tirou a autonomia das províncias. O Estado é unitário.


f) Instituiu formação do Conselho de Estado, composto de conselheiros vitalícios, nomeados pelo imperador.


g) Adotou a divisão em 4 poderes:


Executivo:
exercido pelo imperador e seus ministros de Estado.

Legislativo:
formado pela Assembléia Geral: deputados (eleitos por um mandato de 4 anos) e senadores (mandato vitalício).

Judiciário:
composto por juízes e tribunais. Seu órgão máximo era o Supremo Tribunal de Justiça.

Moderador
: exclusivo do imperador. Este poder seria a chave da vida política do País.



Fonte: http://www.colegioweb.com.br/historia-brasil/primeiro-reinado.html

sexta-feira, 11 de março de 2011

Gabarito do exercício: Incofidência mineira

Resolução




1-B                4-E  
2-D               5 -C
3-E               6 -E
 

 

quarta-feira, 9 de março de 2011

Exercicio: Incofidência mineira


  1. (FUVEST) A Inconfidência Mineira, no plano das idéias, foi inspirada:

    a) nas reivindicações das camadas menos favorecidas da colônia;
    b) no pensamento liberal dos filósofos da ilustração européia;
    c) nos princípios do socialismo utópico de Saint-Simon;
    d) nas idéias absolutistas defendidas pelos pensadores iluministas;
    e) nas fórmulas políticas desenvolvidas pelos comerciantes do rio de Janeiro.



  1. (FGV) Sobre a Inconfidência Mineira é correto afirmar:

    a) Foi um movimento que contou com uma ampla participação de homens livres não-proprietários e até mesmo de muitos escravos negros.

    b) O clero de Minas Gerais não teve nenhuma participação na conspiração, que tinha uma forte conotação anti-eclesiástica;

    c) Entre os planos unanimemente aprovados pelos conspiradores de Minas estava à abolição da escravatura;

    d) Entre os fatores que influenciaram os "inconfidentes" estavam as "idéias francesas" (o Iluminismo, o Enciclopedismo) e a "justificação pelo exemplo", da Independência Norte-Americana.

    e) Os "inconfidentes" jamais pensaram seriamente em proclamar a Independência do Brasil em relação a Portugal, pretendendo apenas forçar a Coroa a suspender a cobrança da "derrama".


  1. Entre as propostas da Inconfidência Mineira, podemos citar:

    a) a abolição da escravidão no Brasil, mediante a indenização dos proprietários;
    b) a mudança da sede do Governo Brasileiro da província da Bahia para Minas Gerais;
    c) a restrição da produção manufatureira, que impedia a concentração de recursos nas atividades manufatureiras;
    d) o término das concessões especiais à Inglaterra, firmado no Tratado de Comércio e Amizade;
    e) a independência do Brasil e o estabelecimento de um governo republicano.

4.
"Do Caeté a Vila Rica,                 
tudo ouro e cobre!                       
O que é nosso vão levando...
E o povo aqui sempre pobre!                                                     
Noite escura. Duros passos.       
Já se sabe quem foi preso.           
Ninguém dorme. Todos falam,
todos se benzem de medo.          
Passos da escolta nas ruas       
- que grandes passos, no Tempo  
                                                  
Mas o homem que vão levando
é quase só pensamento:
- Minas da minha esperança
Minas do meu desespero
Agarram-me os soldados,
como qualquer bandoleiro
Vim trabalhar para todos,
e abandonado me vejo.
Todos tremem. Todos fogem.
A quem dediquei meu zelo?"

(Cecília Meireles, O Romanceiro da Inconfidência)

Com grande sensibilidade Cecília Meireles recupera aspectos importantes da Conjuração Mineira que:

a) teve a participação exclusiva das camadas médias e pobres da população das Gerais;
b) eclodiu quando aumentaram a produção e a exportação dos metais preciosos;
c) terminou com onze dos conspiradores condenados à pena de morte, pena esta fielmente cumprida;
d) falhou na organização da defesa militar, sendo suas tropas logo derrotadas pelas forças legalistas, o que gerou um clima de pânico em Vila Rica;
e) teve seus participantes punidos de forma diversa, segundo a situação socioeconômica de cada um deles.

5 (Mackenzie-SP) A situação política e econômica, responsável pelo aparecimento da Inconfidência Mineira, pode ser descrita como:
a) Enfraquecimento do fisco, que diante da crise na mineração, abrandava a cobrança de impostos.
b) Apogeu do ciclo do ouro, enriquecimento da sociedade mineira e rejeição das elites às idéias francesas.
c) Fase de declínio da mineração, crescimento da opressão metropolitana e influência das idéias iluministas.
d) Movimento liderado pelas elites empobrecidas, extremamente organizado militarmente e voltado para a
    Solução dos problemas das camadas pobres da população.
e) Revolta das camadas populares oprimidas, sem influência filosófica externa.  



6 (UNESP) Constituem elementos propiciadores da Inconfidência Mineira:
a)       Ampliação do poder da aristocracia, fim do Pacto Colonial e apogeu do ciclo do ouro.
b)      Criação do Estado absolutista, auge do sistema de plantation e intensa atividade da Inquisição.
c)   Disputa pelo monopólio de exploração do ouro entre paulistas e emboabas, elevação dos impostos         repúdio aos princípios do iluminismo.
d)      Independência dos Estados Unidos, invasão napoleônica da Península Ibérica e estagnação da economia aurífera.
e)      Declínio da mineração, aumento da opressão metropolitana e influência das idéias iluministas.  


 

terça-feira, 1 de março de 2011

Incofidência mineira

              

Introdução

A Inconfidência Mineira foi um dos mais importantes movimentos sociais da História do Brasil. De caráter separatista o movimento tinha como objetivo tornar o Brasil independente de Portugal. A inconfidência correu em Minas Gerais no ano de 1789, em pleno ciclo do ouro

Causas

Externas: Ao longo do século XVIII tornou-se comum à elite colonial, enviar seus filhos para estudar na Europa, onde tomaram contato com as idéias que clamavam por direitos, liberdade e igualdade. De volta à colônia, esses jovens traziam não só os ideais de Locke, Montesquieu e Rousseau (pensadores iluministas)
Outra importante influência que marcou a Inconfidência Mineira foi a Independência das 13 colônias inglesas na América do Norte, que apoiadas nas idéias iluministas não só romperam com a metrópole, mas criaram uma nação soberana, republicana e federativa. A vitória dos colonos norte americanos frente à Inglaterra serviu de exemplo e estímulo a outros movimentos emancipacionistas na América latina, incluindo o Brasil.

 Internas: Com o declínio do açúcar a mineração se torna a principal fonte de exploração de Portugal no Brasil. Dessa forma começa o ciclo do ouro. Mas para extrair o ouro das minas eram necessários equipamentos, obtenção de terrenos férteis e mão de obra barata, conseqüentemente, essa atividade foi controlada pelos proprietários rurais mais renomados da época.
A obtenção do lucro para Portugal ia através do quinto do que era extraído de ouro no Brasil. O quinto nada mais era do que a retenção 20% do ouro levados às Casas de Fundição, que pertenciam à Coroa Portuguesa.
Portugal, também requeria a derrama, um novo imposto cobrado para complementar os débitos que os mineradores acumulavam junto à Coroa Portuguesa.
Considerado abusivo, esse imposto tinha muita rejeição pelos colonos. Era uma prática opressora e injusta, onde em uma data específica divulgado por Portugal, soldados enviados pelas autoridades prendiam quem era contra, que protestava ou se negava a “colaborar”.

Os inconfidentes

Os líderes dessa conspiração eram Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga e Francisco de Paula Freire, ricos mineradores, pertencentes à elite, e também pessoas ligadas ao setor militar, e da administração da capitania. O único representante dos pobres era Tiradentes, que mais tarde seria o mártir da revolta.

Silvério dos reis

Joaquim Silvério dos Reis Montenegro Leiria Grutes foi um dos delatores da inconfidência mineira. Silvério dos reis era um fazendeiro falido e afundado em dividas com a coroa portuguesa e em troca do perdão de sua divida entregou o movimento do qual fazia parte. Forneceu a coroa portuguesa informações essenciais sobre o movimento como, por exemplo, quando ela estouraria e quem participava da inconfidência. O movimento tentaria derrubar a coroa no estado de Minas Gerais no dia de cobrar a derrama assim os inconfidentes teriam o povo revoltado contra a coroa e, eventualmente, abraçariam a revolução. O movimento foi abafado antes mesmo de começar e os membros foram presos. Silvério dos reis teve sua divida perdoada e outros benefícios.

O papel de Tiradentes

Após a revolução fracassar, Tiradentes é declarado o líder da conspiração e acaba preso como os outros membros do movimento. Devido sua origem humilde, ele é sentenciado à forca e é esquartejado. Seus pedaços são espalhados pela cidade para servir de exemplo a população enquanto os outros membros do movimento são apenas exilados.

Fontes: http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/inconfidencia_mineira.htm
http://www.historiabrasileira.com/brasil-colonia/o-quinto-e-a-derrama/
http://historianovest.blogspot.com/2010/04/inconfidencia-mineira.html





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